Depoimento da Coachee Monise Rigamonti

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Depoimento da coachee, Monise Rigamonti, artista plástica, colunista e criadora da página “Recortes Culturais”, sobre o processo de coaching:

Estava na dúvida no começo: fazer ou não fazer o coaching neste momento? Veio um impulso dos mais artísticos possíveis e sim, decidi fazer!
Acredito que este impulso tenha vindo da necessidade que eu sentia de re-organizar e re-estruturar melhor a minha carreira profissional, colocar mais foco, mais disciplina e mais empenho naquilo que estava desenvolvendo. E também da necessidade de ter um apoio externo e uma orientação mais direcionada para as minhas habilidades.
Ao começar o processo não sabia muito bem que rumo tomaria, acredito que a etapa mais desafiadora deste processo tenha sido o famoso “um passo por dia”, ou seja, instaurar a disciplina constante do fazer artístico.
Porém penso que o passo mais importante do coaching, e por isso seja o pontapé inicial é saber aonde você está e principalmente onde você quer chegar, identificar as ferramentas – mesmo que não sejam as “ideais” que você tem na mão e seguir adiante e conseguir através das suas ações e da disciplina instaurar essas novas frequências na sua vida.
Durante o processo percebi que é necessário sabermos nos perdoar pelos erros do passado, e sim as vezes teremos que deixar muita gente de fora, enchermos nosso peito de coragem e seguir adiante com o que o melhor que o passado nos trouxe: a sabedoria.
Para o presente, aprenderemos a lidar com o nosso crítico interior sabendo que estamos fazendo o melhor possível em cada momento de nossa vida de acordo com a nossa consciência e conhecimento. Talvez o melhor caminho para isso seja buscar o auto-conhecimento, nossos valores e principalmente a nossa verdade interior. O que te move? Se você fosse rico e não precisasse trabalhar por dinheiro, o que você faria?
Não exatamente com essas perguntas, mas com a metodologia do coaching e o jeito sensível e carismático da Alessandra Velho – que também sabe ser firme e incisiva quando precisa, ao longo do processo vamos descobrindo e redescobrindo novas possibilidades e alavancando outras oportunidades na nossa vida.
Como já havia citado, o mais desafiador talvez seja vencer nossos bloqueios interiores (autosabotagem) e instaurar a disciplina, como diria a Alessandra: “Um passo por dia, artista! Paciêêênciiiiaaaa artista! Persiste artista, não desiste, insiste! Se valorize, valorize sua arte e seu trabalho! Chega de pelanca, vamos mudar isso artista? Paciênciaaaaaa artista!”
Acredito que o coaching seja um processo não só artístico, mas de vida. E as ferramentas utilizadas são para serem aplicadas em qualquer circunstância da vida. Como tudo na vida é um processo de construção, onde muitas vezes só vamos descobrir o caminho, unicamente caminhando, errando, acertando, re-avaliando algumas atitudes e situações, e principalmente se permitindo a começar e a recomeçar quantas vezes forem preciso com mais força e determinação, estando cada vez mais conectados com seu propósito de vida.
Gratidão, Alessandra Velho!
Com carinho,
Monise Rigamonti

 

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